Pix rejeitado pelo PSP do recebedor: o que o erro significa e para onde vai o dinheiro
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Pix rejeitado pelo PSP do recebedor: o que o erro significa e para onde vai o dinheiro

Neste artigo

    O saldo saiu do app, a plataforma marcou o saque como pago e nada apareceu no banco. No lugar do Pix veio uma linha seca — Pagamento rejeitado pelo PSP do recebedor — sem dizer o que fazer a seguir.

    PSP é como o Banco Central chama o prestador de serviço de pagamento: o banco ou a instituição de pagamento de quem vai receber. A mensagem, então, não veio da plataforma. Veio do sistema bancário, com o dinheiro já em trânsito. É outro problema, e outra solução, em relação à recusa que acontece antes, dentro do aplicativo — essa está em Por que o saque foi recusado nos apps.

    Essa frase na tela é rótulo de quem executa o Pix, não texto do Banco Central: a iugu, que processa pagamentos para empresas, usa exatamente Pagamento rejeitado pelo PSP do recebedor como rótulo do código BE17. O rótulo chega até você; o código de quatro caracteres por trás dele fica com quem pagou.

    ✅ A resposta curta: numa rejeição o dinheiro não fica no meio do caminho. Pelo Manual de Fluxos do Pix, na conta de quem paga o valor é apenas bloqueado, não debitado; ele só vira débito depois que o sistema confirma a liquidação — o que não acontece numa transação rejeitada. E quem pagou o seu saque foi a conta da plataforma, não a sua: é lá que o valor fica. Por trás da frase existe um código de quatro caracteres, e o Banco Central publica o significado de cada um.

    O que fazer nas primeiras 48 horas

    1. Peça o código E2E do saque à plataforma. É o identificador de toda transação Pix e começa com a letra E. O Nubank pede esse código no atendimento; o Mercado Pago orienta a procurar o ID de transação Pix ao selecionar a transação enviada em Últimas atividades (consulta em 17/09/2026).
    2. Peça também o motivo da rejeição. Ele existe e foi entregue — só que a quem pagou. A Celcoin, instituição de pagamento que executa Pix para empresas, publica que numa transferência rejeitada o motivo (reason) virá detalhado no JSON devolvido à empresa. A plataforma tem o código; você tem só o rótulo.
    3. Confira a chave cadastrada — em especial se o CPF do cadastro da plataforma é o mesmo CPF titular da conta de destino. Chave de terceiro tem código próprio de rejeição.
    4. Não peça o saque de novo antes de corrigir o cadastro. Repetir com o mesmo dado devolve a mesma rejeição.
    5. Peça à plataforma o extrato da ordem, não o print da tela. A regra de leitura que a CAIXA publica vale para quem enviou o Pix — no seu saque, a plataforma: se o valor não foi debitado da conta de origem, a transação não foi e não será concluída, e o envio pode ser refeito sem custo.

    O PicPay publica um detalhe que assusta: num Pix cancelado não aparece estorno porque o valor não chega a sair da sua conta, diferente do Pix concluído e depois devolvido, que gera duas linhas. Extrato sem estorno é sinal de que a transação não aconteceu, não de que o dinheiro sumiu.

    Os códigos de rejeição do Banco Central

    A lista oficial está numa planilha. O Banco Central publica os motivos de rejeição na aba Tabela de Domínios do arquivo PACS002.xlsx, dentro do Catálogo de Mensagens do SPI. A versão em produção hoje é a 5.12.1, no ar desde 28/06/2026 — a 5.13.1 já está publicada, mas só entra em produção em 25/10/2026 (consulta em 17/09/2026).

    São 43 códigos na versão vigente: 22 gerados pelo próprio SPI, 20 gerados pelo participante do usuário recebedor — o tal PSP do recebedor — e um, o ED05, que pode vir de qualquer um dos dois. A tabela traz os que aparecem em saque de plataforma, em ordem alfabética para você localizar o seu, com a descrição oficial do BCB resumida. As três linhas de contraste ficam no fim.

    CódigoDescrição oficial (resumida)O que costuma estar por trás
    AB09Transação interrompida devido a erro no participante do recebedorFalha técnica no seu banco; refazer costuma resolver
    AC03Número da agência e/ou conta do recebedor inexistente ou inválidoDado bancário digitado errado no cadastro do app
    AC06Conta transacional do recebedor encontra-se bloqueadaBloqueio no seu banco; só ele libera
    AC07Número da conta do recebedor encerradaConta fechada com a chave ainda no cadastro do app
    AC14Tipo incorreto para a conta do recebedorConta de tipo diferente do informado
    AG03Tipo de transação não é suportado/autorizado na conta do recebedor. Exemplo do BCB: transferência para conta salárioConta que não aceita aquele tipo de crédito
    AM02Valor que faz superar o limite permitido para o tipo de conta creditadaLimite da conta que ia receber, não do app
    BE01CPF/CNPJ do recebedor não é consistente com o titular da contaChave de terceiro, ou CPF do app diferente do titular
    BE17QR Code rejeitado pelo participante do recebedorCobrança por QR recusada pelo banco de destino
    CH11CPF/CNPJ do usuário recebedor incorretoDocumento errado no cadastro
    DS04Ordem rejeitada pelo participante do usuário recebedorRecusa genérica do banco de destino, sem motivo detalhado
    DUPLPagamento em duplicidade, quando duas ordens têm o mesmo IdConciliacaoDoRecebedor para um mesmo recebedorDois envios com o mesmo identificador de conciliação
    ED05Erro no processamento do pagamento instantâneo (erro genérico)Único que pode vir do SPI ou do banco de destino
    FRADOrdem de pagamento rejeitada por fundada suspeita de fraudeAntifraude do banco de destino barrou o crédito
    AB03Liquidação interrompida devido a timeout no SPI — gerado pelo SPIÉ o “tempo excedido”. Não é o banco de destino
    AB11Timeout do participante emissor da ordem — gerado pelo SPIO lado que pagou demorou a responder
    AM04Saldo insuficiente na conta PI do participante do pagador — gerado pelo SPIÉ o saldo do banco no SPI, não o saldo de ninguém

    Rejeitado e devolvido são duas coisas diferentes

    A confusão mais cara desta busca é tratar rejeição e devolução como sinônimos. São mensagens distintas no Pix, com universos distintos: 43 motivos possíveis para rejeitar, e apenas quatro para devolver. A planilha PACS004 do mesmo catálogo fecha a devolução em BE08 (MED), FR01 (suspeita de fraude), MD06 (pedido do usuário recebedor) e SL02 (erro em Pix Saque ou Troco).

    O Manual de Fluxos do Processo de Efetivação do Pix descreve a sequência que explica o resto. Na etapa 2, o banco de quem paga faz o bloqueio do valor. Na etapa 8, o banco de destino faz uma anotação provisória de crédito. O crédito real só é efetivado na etapa 14, e o débito na conta de quem pagou só na etapa 19, depois da confirmação de liquidação da etapa 18.

    Consequência prática: num Pix rejeitado nada foi creditado e nada foi debitado — não há o que devolver, porque a transação não chegou a existir. Num Pix devolvido, o dinheiro entrou na conta de alguém e voltou depois, e quem dá o primeiro passo é o outro lado: pelo art. 40, § 1º, da Resolução BCB nº 1/2020, a devolução deve ser iniciada pelo usuário recebedor.

    Se o valor chegou e ficou retido no banco de destino, o caso é outro — está em o banco pode bloquear um Pix de app que paga?.

    Para onde volta o dinheiro de um saque rejeitado

    Num Pix rejeitado o dinheiro não volta: ele não chega a sair. Pela sequência acima, sem liquidação o que existiu foi o bloqueio da etapa 2 — o débito da etapa 19 não acontece.

    E quem pagou o seu saque foi a plataforma. O Banco Central tem até uma definição para essa figura — o intermediário de pagamentos, que mantém conta em nome próprio, recebe recursos e repassa ao destinatário final. A norma define o papel; ela não classifica empresa nenhuma, e esta página também não. Mas a consequência é a mesma: o valor de um saque que não passou não vai parar na sua conta bancária. O saldo dentro do app é a única coisa que você pode cobrar de volta.

    “Tempo excedido” não é culpa do banco de destino

    O Manual de Tempos do Pix v7.0 fixa 40 segundos para um Pix no canal primário do SPI e é explícito sobre a autoria: A rejeição do Pix, após o recebimento da ordem pelo SPI, é sempre efetivada pelo SPI. Pix agendado e cobrança com vencimento correm por outro relógio, o canal secundário, com 45 minutos.

    O mesmo manual trata do Pix que fica “em análise”, e aí o lado importa. Do lado de quem envia, o limite para autorizar a iniciação de uma ordem com suspeita de fraude é de 30 minutos das 8h às 20h em dia útil e de 60 minutos fora disso, com obrigação de avisar o pagador e de oferecer o cancelamento. Do lado de quem recebe, o manual não fixa teto equivalente: suas seções de tempo máximo tratam da transação, da autorização de iniciação pelo PSP do pagador e do Pix Automático.

    O que o aplicativo é obrigado a mostrar

    Os Requisitos Mínimos para a experiência do usuário, versão 7.3, trazem um item marcado como obrigatório: as mensagens de erro devem evidenciar o efetivo motivo do não processamento da transação, e o texto nomeia as situações que precisam ser especificadas — saldo insuficiente, conta do recebedor indisponível ou inexistente, erro de processamento ou falha técnica e tempo extrapolado.

    Há mais: em erro de processamento, indisponibilidade ou tempo extrapolado, deve ficar claro ao usuário que o erro decorre do próprio PSP. Isso vale para o app do banco de quem paga — no saque de plataforma, quem paga é a plataforma.

    MED não cobre saque de app que não caiu

    O Mecanismo Especial de Devolução tem hipóteses fechadas no art. 41-B: fundada suspeita de fraude, falha operacional de TI de um dos participantes e autorização indevida de um Pix Automático pelo banco do pagador — esta última por inconsistência com a autorização concedida, por ausência de autorização vigente ou por falha operacional do próprio PSP. E a norma exclui expressamente o que muita gente tenta enquadrar ali: as controvérsias relacionadas a aspectos do negócio jurídico subjacente à transação de pagamento (§ 1º, I).

    O § 3º fecha a porta de vez: não é falha operacional quando o Pix foi devidamente iniciado e o valor foi corretamente creditado. Some-se a isso o art. 40, que só admite devolução de recursos de transação cujos fundos já se encontrem disponíveis na conta transacional do usuário recebedor. Num Pix rejeitado nada foi creditado — não há o que o MED alcance.

    ⚠️ Dois pontos que envelheceram mal na internet: o art. 41-G, que dava 30 dias ao recebedor para pedir o cancelamento de uma devolução, foi revogado pela Resolução BCB nº 559/2026, com efeitos desde 01/07/2026. E a página de perguntas frequentes do BCB sobre o MED, datada de 07/07/2025, cita análise em 7 dias, 96 horas e 24 horas — prazos que o Manual Operacional do DICT v8.5, com vigências a partir de 01/09/2026 e 26/10/2026, não fixa para esse fluxo. Só o prazo de 80 dias para contestar continua batendo, e o manual dá 72 horas ao banco para iniciar a devolução.

    O que os bancos publicam — e o que não publicam

    Aqui está o nó da busca. O código de quatro caracteres existe, é oficial e é entregue — só que a quem paga. Nenhuma das cinco instituições verificadas em 17/09/2026 publica o código ao cliente: a varredura dos 143 artigos da seção Pix do Inter não traz uma ocorrência de AC03, AC06, AC07, AM04, AG03, BE01 ou da própria sigla PSP; a busca interna do PicPay devolve zero resultados para cada um desses termos; e nada aparece nos 428 pares de pergunta e resposta da central do Nubank, nos artigos do Mercado Pago ou nas páginas de Pix da CAIXA.

    O próprio Nubank explica o motivo, em texto publicado em 23/08/2021 e atualizado em 14/08/2026: cada instituição tem autonomia para decidir como comunicar o erro no Pix ao cliente, e criar códigos não é obrigatório. As perguntas frequentes do Pix no site do Banco Central listam 23 tópicos e nenhum sobre rejeição — o que não significa que o BCB esconda os códigos: ele os publica, no material técnico dirigido aos participantes, não no material dirigido ao público.

    A tradução que cada um dá

    O que cada banco publica no lugar do código é uma tradução própria. O Inter chama de “Pix não processado” e diz que foi rejeitado automaticamente pelo banco de destino. Do lado das empresas que executam o Pix, a OpenPix publica a mesma lista do BCB com uma coluna a mais: de quem é a responsabilidade de cada rejeição. E vale a ressalva sobre o rótulo da iugu: a descrição oficial do BE17 na tabela do BCB é sobre QR Code, não sobre rejeição em geral.

    Se o saldo não voltar para o app

    1. Corrigido o dado, o saque precisa ser refeito. O Méliuz publica esse caminho: quando a transação não é concluída, o valor retorna para conta de origem e é necessário refazer a transação (artigo atualizado em 18/09/2023, consulta em 17/09/2026).
    2. Saldo que não reaparece vira chamado. Abra o atendimento da plataforma com o código E2E, a data e o valor do saque.
    3. Plataforma que não recompõe o saldo é outro caminho, descrito em o que fazer quando a plataforma não recompõe o saldo.

    Leia também

    Fontes desta página

    Páginas consultadas em 17/09/2026. A 5.13.1 do catálogo do SPI entra em produção em 25/10/2026 e acrescenta dois códigos, sem remover nenhum.

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    Perguntas frequentes

    PSP é a sigla que o Banco Central usa para prestador de serviço de pagamento. A mensagem informa que a recusa partiu do banco ou da instituição de pagamento de quem ia receber, não da plataforma que enviou o dinheiro. A frase em si é um rótulo de quem executa o Pix — a iugu, por exemplo, usa "Pagamento rejeitado pelo PSP do recebedor" como rótulo do código BE17, cuja descrição oficial na tabela do Banco Central é mais estreita: "QR Code rejeitado pelo participante do usuário recebedor". Por trás dela existe um código de quatro caracteres da tabela oficial do SPI: na versão em produção desde 28/06/2026 são 43 motivos de rejeição, dos quais 20 são gerados pelo participante do usuário recebedor. Os que descrevem erro de dado ou de conta incluem AC03 (agência ou conta inexistente ou inválida), AC06 (conta bloqueada), AC07 (conta encerrada), AC14 (tipo de conta diferente do informado), BE01 (CPF ou CNPJ que não é consistente com o titular da conta) e CH11 (CPF ou CNPJ do recebedor incorreto); o DS04 é a recusa genérica do banco de destino, sem motivo detalhado.
    Fica com quem pagou — que, num saque de aplicativo, é a conta da plataforma. E, a rigor, numa rejeição o dinheiro nem chega a sair: o Manual de Fluxos do Processo de Efetivação do Pix mostra que o valor fica apenas bloqueado na conta de quem paga, na etapa 2, e só vira débito na etapa 19, depois da confirmação de liquidação da etapa 18. Como a transação foi rejeitada, não houve crédito nem débito — e, sem crédito, não existe devolução a fazer. O que você tem a cobrar é o saldo dentro do app, não um crédito na sua conta bancária.
    Não dá, e existe um código para isso. A Tabela de Domínios do catálogo de mensagens do SPI traz o AG13, com descrição direta: "Não é permitido devolver a devolução de um pagamento instantâneo." Também há prazo: o art. 41-A, II, da Resolução BCB nº 1/2020, na redação dada pela Resolução BCB nº 167/2021, determina que as devoluções sejam iniciadas em até 90 dias contados da transação original, com exceção do Pix com finalidade de saque e da parcela de troco em espécie, que têm regra própria. O código DT05 é a rejeição de quem tenta depois disso — "Transação extrapola o prazo máximo para devolução de pagamento instantâneo regulamentado pelo arranjo Pix." Os dois são gerados pelo SPI, não pelo PSP do recebedor. Nada disso alcança um Pix rejeitado: ali não houve crédito, logo não há devolução.
    O Mecanismo Especial de Devolução tem hipóteses fechadas no art. 41-B da Resolução BCB nº 1/2020: fundada suspeita de fraude, falha operacional no sistema de tecnologia da informação de um dos participantes e autorização indevida de uma transação de Pix Automático pelo banco do pagador — esta última nas três alíneas do inciso III: inconsistência entre as instruções de pagamento e os parâmetros da autorização concedida, ausência de autorização vigente, ou falha operacional do próprio PSP do pagador. O § 1º, I, exclui expressamente as controvérsias sobre o negócio jurídico por trás do pagamento, e o § 3º diz que não é falha operacional quando o Pix foi devidamente iniciado e o valor foi corretamente creditado. Além disso, o art. 40 só admite devolver recursos de transação cujos fundos já estejam disponíveis na conta de quem recebeu — e num Pix rejeitado nada chegou a ser creditado.
    O Manual Operacional do DICT v8.5 fecha a definição em quatro hipóteses, para fins de notificação de infração: transação iniciada ou autorizada pelo usuário pagador em decorrência de golpe ou estelionato, inclusive engenharia social; transação iniciada sem que o usuário pagador a tenha autorizado por autenticação digital; transação iniciada por terceiro que teve acesso ao instrumento de iniciação e conseguiu autenticar e autorizar, mas que o usuário pagador não reconhece; e transação iniciada pelo usuário pagador mediante coerção ou extorsão. Saque de plataforma que não caiu não se encaixa em nenhuma das quatro. E, mesmo pela hipótese de falha operacional, o art. 40 só admite devolver recursos que já estejam disponíveis na conta do recebedor — num Pix rejeitado não houve crédito, e é por isso que o MED não resolve esse caso.
    Pedindo à plataforma. O código é entregue a quem paga: a Celcoin, instituição de pagamento que executa Pix para empresas, publica que numa transferência rejeitada o motivo vem detalhado no JSON devolvido à empresa. Peça também o código E2E, o identificador que começa com a letra E e acompanha toda transação Pix — o Nubank pede esse código no atendimento, e o Mercado Pago orienta a procurar o "ID de transação Pix" na transação enviada, em Últimas atividades. Nenhuma das cinco instituições verificadas em 17/09/2026 (Nubank, Inter, Mercado Pago, CAIXA e PicPay) publica o código de rejeição de quatro caracteres em conteúdo dirigido ao cliente. O próprio Nubank explica por quê: exibir código ao cliente não é obrigatório, e cada instituição decide como comunicar o erro.
    Não, e o Inter publica o motivo: o limite utilizado não é recomposto, "pois a operação já foi efetivamente realizada" — tanto que, se o limite diário foi atingido com a transação devolvida, não é possível fazer um novo Pix no mesmo dia. Duas ressalvas importam para quem teve um saque rejeitado: essa regra é de Pix devolvido, não de Pix rejeitado, porque numa rejeição nada chegou a ser debitado; e o limite em questão é o de quem envia, que num saque de plataforma é a conta da plataforma, não a sua.
    Jeff Bruno

    Jeff Bruno

    Editor responsável do Ganhe Recompensa. Gerente de e-commerce há 5 anos em uma grande operação de varejo, desenvolvedor sênior full-stack e gestor de Google Ads. Vive de renda online do outro lado do balcão: monetiza os próprios sites com AdSense e Adsterra, faz YouTube há 3 anos com monetização, e opera SaaS em produção com clientes pagantes. Programa desde os 10 anos; no digital profissionalmente desde os 18. Curitiba/PR.

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